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Mais 28 casas para vítimas de violência doméstica

Há mais 28 casas disponíveis para acolher vítimas de violência doméstica ou de género, depois de a Câmara Municipal de Lisboa ter assinado protocolos de colaboração com um total de cinco entidades parceiras.

Estes 28 novos fogos vêm somar-se aos 30 disponíveis, espalhados pela cidade, em bairros municipais, que já existiam até à data. A notícia já tinha sido avançada em Dezembro de 2019, depois de uma proposta subscrita pelos vereadores da Habitação, Paula Marques e dos Direitos Sociais, Manuel Grilo. A proposta anunciava os tais 28 fogos municipais, habitações transitórias, para “apoiar o processo de autonomização de vítimas de violência doméstica, sinalizadas pelas respostas de acolhimento de emergência, casas de abrigo e estruturas de atendimento”.

As entidades parceiras da Câmara Municipal de Lisboa são a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) e a Associação de Mulheres Contra a Violência (AMCV), com quem o Município já trabalhava na gestão dos fogos para apoiar as vítimas, e ainda a ILGA Portugal — Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero, e a Casa Qui — Associação de Solidariedade Social, parceiros novos. A inclusão destas duas novas entidades contempla uma resposta à violência de género que até aqui não existia.

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