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13 Anos à pesca

AnivO Grupo de Pesca e Desporto de Santa Maria dos Olivais, colectividade que se dedica à pesca desportiva, festejou o 13.º aniversário.

Foi em animado espírito de convívio e num ambiente familiar que os amigos do Grupo de Pesca e Desporto de Santa Maria dos Olivais (GPDSMO) festejaram as 13 primaveras. Este será um ano de particular importância para o Grupo, uma vez que regressa à Avenida da Liberdade com a Marcha dos Olivais.
Depois de se cantar os parabéns foram entregues troféus referentes às várias provas de 2014, bem como prémios e lembranças de participação, na presença de largas dezenas de associados.
O presidente da colectividade, Carlos Santos, fez as honras da casa e aproveitou para destacar o espírito de camaradagem entre os membros e para agradecer o apoio da Junta de Freguesia e a presença do vogal do Desporto, Duarte Carreira.
O vogal reiterou o apoio da autarquia local ao GPDSMO e deixou-lhe um desafio: o de contribuir activamente para a introdução da modalidade da pesca no futuro grupo desportivo da Junta de Freguesia de Olivais. Anunciou ainda que o seu pelouro considera como prioridade para o novo ano a requalificação de um parque infantil na Rua Acúrcio Pereira. Durante a cerimónia, Duarte Carreira entregou, em nome da autarquia, um impermeável corta-vento e uma lanterna como presente de aniversário a cada um dos associados.
A paixão da pesca
Fernando Sousa, tesoureiro do GPDSMO, informa o EXPRESSO do Oriente de que já pesca há mais de quarenta anos, tendo começado bem cedo, enquanto jovem adolescente. E resume a vida desta colectividade que conta com mais de 100 associados do seguinte modo: “fazemos provas em mar e em rio, à volta de uma por mês e aproveitamos para conhecer outros locais, fazer uns almoços e conviver”. Descreve a pesca como “uma paixão” que “envolve alguma técnica e ciência”. A experiência é fundamental numa actividade que também requer alguma sorte: “o local de pesca que nos calha em sorteio pode fazer toda a diferença… e é preciso perceber como é que o peixe está a comer; se fosse só chegar lá e apanhar peixe não tinha grande interesse, não é?” pergunta, bem-disposto.
Como percebemos pouco de engodagem e o mais provável era espantarmos o peixe todo, limitamo-nos a dar o destaque a quem merece: Joaquim Santos inscreveu o seu nome na lista dos primeiros classificados anuais, vencendo o “título” em 2014; José Fernandes arrecadou o prémio do maior exemplar, uma carpa de 2,400 kg; e José Ferreira foi distinguido com o prémio da maior quantidade, com 159 exemplares pescados. Parabéns!

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