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Campanha da Mansarda para apoiar artistas

A Mansarda acaba de lançar uma campanha de sensibilização para apoiar artistas, apelando à doação de 0,5% do IRS à instituição.

“Os artistas são muitas coisas. Podem ser muitas coisas. Mas não são robots. Nem se alimentam apenas de ilusões”. É este o conceito da campanha lançada pela Mansarda – uma Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, que visa apoiar artistas a “quem a vida trocou as voltas” –, através da doação de 0,5% do IRS à instituição. Para tal, basta preencher o quadro 11 da declaração com o NIF: 513258299.

A campanha arrancou no dia 27 de Março (Dia Mundial do Teatro), na página do Facebook da Mansarda – https://bit.ly/2uIZoEJ – e conta com o apoio de 18 artistas. Camané, Miguel Guilherme, Gisela João, Isabel Abreu, Afonso Pimentel, Ana Bacalhau, Frankie Chavez, Noiserv, Filipa Areosa, Inês Aires Pereira, Joana Pais Brito, José Mata, Tomás Alves, António Zambujo, Aldina Duarte, Miguel Gonçalves Mendes, António Pedro Ferreira e Teresa Coutinho são as figuras públicas que se associaram ao projecto.

O conceito criativo foi desenvolvido pela FCB Lisboa, com produção da Garage, fotos de Augusto Brázio, música dos Dead Combo e pós-produção áudio de O Menino Grava. Para chegar a um público alargado, a campanha prevê ainda a utilização de uma aplicação –https://mansarda.wizzic.net/ –, para que todos os interessados possam também divulgar a causa através de um post personalizado que tem como mote “Eu não sou um robot”.

Sobre a Mansarda

Patrícia Vasconcelos idealizou um espaço para artistas, onde se cruzassem gerações e se promovesse a criação artística. Com a reunião de mais de duas dezenas de sócios fundadores, nasceu, em 2014, a Mansarda. A instituição tem como principal objectivo a criação e gestão de uma ou mais residências que apoiem, em regime de alojamento temporário e permanente, pessoas que estejam ou tenham estado ligadas ao mundo da língua, arte e cultura portuguesas e especialmente às artes performativas, através da permanente interacção de gerações, promoção da criação artística e partilha com outras instituições.

Este ano foram anunciados os primeiros passos para a materialização do projecto, com a construção de uma residência para artistas, em Lisboa, num terreno a disponibilizar pela Câmara Municipal de Lisboa. A residência terá assinatura do arquitecto João Luís Carrilho da Graça, e deverá integrar um total de 80 quartos, estando 40 reservados para a residência permanente e os restantes para a residência temporária. O edifício contará também, entre outras valências, com espaço para actividades, no qual se destaca um auditório de 100 lugares que terá programação cultural regular e cujas receitas irão reverter para a gestão da IPSS.

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