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Erro da Câmara na origem de ruptura de colector

Durante a semana, foi bastante divulgada a existência de um “esgoto a céu aberto” no Parque de Monsanto, junto ao festival Iminente. Em sede de reunião pública de Câmara, Fernando Medina assumiu que resultou de um erro da CML.

A presença de dejectos junto ao festival Iminente, em Monsanto, foi primeiro divulgada por utilizadores das redes sociais, que fotografaram um curso de águas de esgoto, publicaram no Facebook e deram conta de um cheiro nauseabundo no local. As publicações deram origem a inúmeras notícias, que obrigaram a Câmara Municipal de Lisboa a esclarecer que não se tratava de descargas a partir dos WC instalados no festival, mas sim de uma ruptura num colector.

Esta quarta-feira, no entanto, na reunião pública de Câmara de 26 de Setembro, nos Paços do Concelho, o presidente da CML, Fernando Medina, explicou que os dejectos provinham de uma incorrecta ligação, originada num erro da própria Câmara. Um erro que, como afirmou o edil, “não deveria ter acontecido”.

Segundo as explicações de Medina, a conduta não foi ligada directamente à conduta de saneamento e a ligação foi feita a um elemento de águas pluviais que faz as descargas dentro de Monsanto, ou seja, que não cumpre a função de descarregar resíduos sólidos.

Até sexta-feira, deverá ficar concluído um relatório dos motivos da ruptura.

O festival Iminente terminou no passado domingo, depois de ter ocupado durante quatro dias o Panorâmico de Monsanto, com curadoria de Alexandre Farto (Vhils) e co-organizado pela Underdogs e pela Câmara Municipal de Lisboa.

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