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Jornadas Mundiais da Juventude – obras avançam no Parque Tejo

Lisboa recebe, de 1 a 6 de Agosto de 2023, as Jornadas Mundiais da Juventude, o maior encontro de jovens de todo o mundo com o Papa, que decorrerá na freguesia do Parque das Nações.

São esperados milhares de jovens para este evento que se organiza desde 1986 e que tem passado por vários países um pouco por todo o mundo. Desta vez, o palco é montado junto ao Rio Trancão onde será criado o Parque Intermunicipal Tejo-Trancão, um novo espaço verde e de lazer.

No Parque das Nações as obras já se iniciaram e o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, fez questão de as visitar, acompanhado pelos presidentes das autarquias envolvidas nos trabalhos, Carlos Moedas e Ricardo Leão, autarcas das câmaras municipais de Lisboa e Loures, respectivamente.

O modelo de trabalhos é idêntico ao seguido na Expo98 e o local que será usado em 2023 para as Jornadas Mundiais da Juventude será depois reconvertido num espaço verde público para fruição de todos, com as duas margens do Rio Trancão unidas por uma ponte ciclo-pedonal que ligará o concelhos de Lisboa e Loures.

A nível ambiental, está garantida a segurança na zona do antigo aterro e o tratamento das águas pluviais e residuais para aproveitamento na rega.

Na visita, que decorreu no dia 4 de Agosto, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que este é “um projecto nacional que conta com a união de todos”.

Carlos Moedas refere que as Jornadas Mundiais da Juventude são “um projecto extraordinário, sustentável, que vai mudar Lisboa e Loures”, e afirmou que tudo está coordenado com o Governo para que seja garantido o sucesso deste encontro mundial de jovens na cidade de Lisboa.

O presidente da Câmara Municipal de Loures agradeceu ao Governo, na ocasião representado pela Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, Ana Catarina Mendes, essencialmente por estar a cumprir a resolução do Conselho de Ministros que estabelece a deslocalização progressiva do Terminal de Contentores da Bobadela e com isso a consequente devolução da frente ribeirinha à população.

Por seu lado, o bispo auxiliar de Lisboa, Américo Aguiar, enaltece o legado que estas jornadas deixarão para o futuro e afirmou que a sustentabilidade “quer económica, quer ecológica” é uma das grandes preocupações da organização.

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