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Medalha de Mérito Cultural entregue a José Meco

resized_josé mecoO Museu de Lisboa – Palácio Pimenta foi o local escolhido para a entrega da Medalha de Mérito Cultural a José Meco, figura proeminente do estudo da azulejaria portuguesa.

A distinção foi entregue no dia 2 de Junho pela mão da vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, por ocasião da inauguração da exposição Fragmentos de Cor – Azulejos do Museu de Lisboa, exposição comissariada pelo próprio José Meco.

A Câmara Municipal de Lisboa descreve José Meco como uma “figura exemplar do estudo da azulejaria portuguesa e autor de uma vasta obra, reconhecida tanto em nacional como internacionalmente. José Meco (Oeiras, 1952) integrou a equipa do então Museu da Cidade em 1981 para elaborar o inventário da azulejaria de Lisboa, desempenhando, até 1995, um papel fundamental no conhecimento, preservação, enriquecimento e divulgação da colecção municipal de azulejaria. Neste contexto foi responsável por inúmeras exposições dedicadas ao azulejo, tanto em território nacional como no estrangeiro, nomeadamente em Itália, Reino Unido, Alemanha, Marrocos, Brasil, China, Coreia, Japão, Índia e Tailândia. Do seu trabalho destaca-se, pelo pioneirismo, a primeira grande exposição dedicada ao acervo municipal, Azulejos de Lisboa (Estufa-Fria, 1984).”

Em Fragmentos de Cor – Azulejos do Museu de Lisboa reconhece-se o azulejo como elemento identitário de Lisboa, um verdadeiro cartão-de-visita da cidade que foi um importante centro de produção e consumo deste tipo de material cerâmico ao longo dos tempos.

“A colecção de azulejaria do Museu de Lisboa é vasta, quer pelo número quer pela variedade e qualidade dos seus exemplares, sendo constituída, sobretudo, por azulejos provenientes de edifícios demolidos ou remodelados, de prédios em ruínas ou de intervenções arqueológicas. Esta exposição, comissariada por José Meco, dá a conhecer este valioso acervo, exibindo peças que vão do século XVI até à actualidade, tanto de interior como de exterior, representativas de diferentes estilos e funcionalidades. Neste olhar alargado sobre a azulejaria cabe também o seu papel contemporâneo, uma vez que o azulejo continua a ser mote para manifestações artísticas diversificadas, como o design de moda e a arte urbana”, refere o Município.

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