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Intervenção na Praça do Chinde apresentada aos moradores

resized_Sessão na Escola A Correia de Oliveira (28)A Junta de Freguesia de Olivais promoveu uma apresentação da proposta de intervenção na Praça do Chinde e Rua Cidade da Beira, proporcionando um contacto directo entre a equipa da Câmara Municipal responsável pelo projecto e os moradores da zona.

A sessão decorreu na Escola Adriano Correia de Oliveira, tendo estado presentes algumas dezenas de fregueses.

Ainda antes da explicação da equipa de técnicas da Câmara, a presidente Rute Lima fez questão de frisar que o projecto para a empreitada que a Junta de Freguesia vai assumir pretende ter em conta as expectativas da população, as suas necessidades e propostas concretas. A autarca declarou uma vez mais o seu apoio à causa dos moradores que sofrem há longos anos com a degradação do espaço público junto às suas casas, lembrando que a intervenção planeada constitui uma promessa eleitoral da sua candidatura.

Trata-se de uma intervenção que tem em vista o ordenamento do estacionamento, a requalificação dos acessos rodoviários, passeios e acessos pedonais, e ainda dos espaços verdes. A Praça do Chinde apresenta o pavimento bastante degradado, sendo cenário de estacionamento caótico e abusivo. Um problema adicional é a excessiva afluência de automobilistas, nomeadamente de trabalhadores do aeroporto de Lisboa, que utilizam a zona para estacionar as viaturas gratuitamente.

resized_Sessão na Escola A Correia de Oliveira (29)A equipa da UITOR (Unidade de Intervenção Territorial Oriental) esclareceu os moradores de que a proposta de intervenção está por enquanto numa fase que permite a integração das sugestões dos moradores, e nesse sentido foram anotadas as preocupações do público presente. O que está em equação passa pelo ordenamento do estacionamento existente, e não pela criação de novos lugares de estacionamento. Entende-se que lugares adicionais resultariam num aumento da procura de estacionamento por não-residentes.

Outros pormenores importantes, como o acesso dos veículos de emergência ou de recolha do lixo, foram tidos em conta. Está em estudo a possibilidade de colocação de sinais dissuasores do estacionamento por não-residentes, reservando os lugares disponíveis aos moradores com dístico.

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