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Medicamentos com novos preços

 Os medicamentos passaram a ser mais baratos para os utentes, reduzindo assim a margem de lucra para as farmácia e dos distribuidores. No entanto os efeitos poderão não se fazer notar de imediato visto que as farmácias têm que escoar o stock antigo.

A portaria publicada na segunda-feira em Diário da República determina a “baixa generalizada dos preços” para os utentes o que se traduz igualmente numa poupança dos gastos públicos. A partir de agora a indústria farmacêutica não pode colocar nos distribuidores por grosso, nem nas farmácias, medicamentos que exibam preços diferentes dos definidos por lei. De acordo com as novas regras tanto os medicamentos comparticipados como os não-comparticipados deverão baixar, em média, quatro por cento e segundo o Governo representará uma poupança de cerca de 50 milhões de euros anuais para o Serviço Nacional de Saúde. No caso dos genéricos os preços têm que ser reduzidos “até ao valor correspondente a 50 por cento do preço máximo, administrativamente fixado, do medicamento de referência com igual dosagem e na mesma forma farmacêutica”. Em relação aos preços de venda ao armazenista que sejam inferiores a 10 euros, o preço máximo de venda ao público dos medicamentos genéricos deve ser reduzido até 75 por cento do preço do produto de marca com o mesmo princípio activo. As farmácias terão um prazo de três meses para escoar medicamentos ao preço antigo, no entanto ainda não poderão colocar à venda novos medicamentos que não tenham os preços actualizados de acordo com a nova lei.

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